sexta-feira, fevereiro 15, 2008


A minha amiga Ivone pergunta-me como estou.

Mal, respondo eu. E triste, porque nunca me passou pela cabeça que o meu país do Sol Nascente pudesse ser palco de um acto tão violento quanto desnecessário. Envergonhada, embora sem conhecer nem ter nada em comum com os autores de tão vil acto. E, mesmo acreditando que foram timorenses, também quero crer que eles foram simples executores ao mando de alguém que ainda permanece na sombra...

Talvez seja uma forma de auto-defesa esta de pensar que alguém está por detrás disto... É que não é nada fácil engolir o orgulho que sinto – comum, aliás, a todos os timorenses - por aqui ter nascido e concluir que, afinal, entre nós os há tão loucos e insensatos iguais ou piores aos de outros sítios igualmente loucos...

É deixar passar os dias e talvez que um dia destes volte a acreditar que somos uma povo de excepção!

1 comentário:

Rubina disse...

Vamos acreditar que sim :)